Atenas, caso da Luta Revolucionária: 5 anarquistas condenados/as em primeira instância

rageA 3 de abril de 2013, a sentença em relação ao caso da Luta Revolucionária constituíu uma pequena melhoria, comparando com a proposta do Ministério Público. A decisão do tribunal sobre o caso da Luta Revolucionária foi:

Acusados/as que negaram qualquer tipo de participação na organização

- Absolvição de todas as acusações de Marie Beraha, Sarantos Nikitopoulos e Kostas Katsenos (In dubio pro reo: frase latina que expressa o princípio legal de que, em caso de dúvida, por exemplo, por insuficiência de provas,  favorecer-se-à o/a acusado/a).
- Condenação de Vaggelis Stathopoulos e Christoforos Kortesis por suposta participação na organização.

Membros que assumiram a sua participação na Luta Revolucionária

- Absolvição da acusação de “direção de uma organização terrorista”para Nikos Maziotis, Pola Roupa e Kostas Gournas.
- Condenação de Nikos Maziotis, Pola Roupa e Kostas Gournas por “cooperação simples” nas ações de Luta Revolucionária (sem provas em relação à sua implicação nas ações específicas, mas aplicando o princípio nazi da responsabilidade conjunta).

Em resumo, o membro da Luta Revolucionária, Nikos Maziotis, em relação ao qual se pedia 86 anos de prisão, foi sentenciado em 50 anos. Os/as membros de Luta Revolucionária, Pola Roupa e Kostas Gournas, em relação aos quais o Ministério Público pedia 87 anos de prisão, foram sentenciados/as ambos a 50 anos e 6 meses. Para os/as três, o período máximo em prisão é de 25 anos (que geralmente se aplica como condenação íntegral ou como beneficio por dias de trabalho na prisão, ou ainda após o cumprimento de 3/5, quando o/a preso/a pode sair em liberdade condicional sob condições específicas).

- Vaggelis Stathopoulos e Christoforos Kortesis, em relação aos quais se  solicitavam 8 e 7 anos de prisão, respetivamente. A sentença contra Vaggelis Stathopoulos acabou por ser de  7 anos e 6 meses.

Para além disso, e em relação aos 5 anarquistas sentenciados/aa, a decisão dos juízes estipulou a privação de direitos políticos (5 anos para os/as três membros da Luta Revolucionária e 3 anos para os outros dois anarquistas), assim como foi recusado o efeito suspensivo do recurso de apelação.

Enquanto que Nikos Maziotis e Pola Roupa se encontram prófugos/as, Kostas Gournas, Vaggelis Stathopoulos e Christoforos Kortesis foram, imediatamente, transferidos para a prisão. As palavras de ordem militantes dos/as presentes e os punhos cerrados dos três combatentes anarquistas foram os últimos momentos do julgamento.

Para escrever aos compas encarcerados:
Kostas Gournas
Vaggelis Stathopoulos
Christoforos Kortesis
Dikastiki Filaki Koridallou, Parartima Gynaikeion Filakon Koridallou (Π.Γ.Φ.Κ.), Solomou 3-5, 18110 Koridallos, Atenas, Grécia

Solidariedade com todos/as os/as anarquistas presos/as ou imputados/as pelo Estado grego!
A batalha pela liberdade está longe de terminar.
Viva a Luta Revolucionária!

Atenas: Resultado do processo judicial contra anarquistas pela ocupação da emissora de rádio comercial FLASH

listening-to-radioApós vários adiamentos consecutivos, o julgamento pela ocupação  da emissora de rádio Flash – levada a cabo a 10 de Janeiro de 2012, em solidariedade com todos/as os/as processados/as pelo caso da O.R. Luta Revolucionária , dando lugar a detenções massivas – realizou-se finalmente a 8 de Março de 2013.

As pessoas  acusadas pela ocupação da emissora Flash leram, perante o tribunal,  uma declaração política coletiva, destacando que: “ Seguiremos, de maneira ainda mais combativa, em solidariedade com os companheiros/as processados/as pelo caso da Luta Revolucionária. Temos razão e venceremos”.

Todos/as os/as acusados/as receberam penas de 1 ano, com 3 anos de suspensão, devido a terem-se negado a dar as suas impressões digitais, embora as acusações,   iinicialmente apresentadas contra eles/as, por “induzir outros/as a ações criminais” fossem retiradas. Por isso, todos/as os/as acusados/as saíram “livres” da sala de audiências. No entanto, os juízes impuseram uma multa contra um dos compas, que não recebeu pena suspensa devido a uma condenação anterior, pelo qual terá que apelar da decisão.

Porto Alegre/Pelotas: Semana de Agitação e Memória Kombativa, Punky Mauri, teu desejo de liberdade, uma bomba que contagia!

Mauri (a)

Tessalónica, Grécia: Concerto benefit para os companheiros da Conspiração de Células de Fogo

Concerto ao vivo para apoiar financeiramente o companheiro das CCF Panagiotis Argirou,que precisará em breve de fazer uma nova cirurgia.

Sábado, 25 de Maio 2013 às 22h00 em Asteroskopeio, Tessalónica.

Centro Anarquista Nadir

nadir_benefit-gigNota de Contra Info: Recorde-se a grave lesão e a hospitalização do anarquista aprisionado Panagiotis Argirou (p.ex. ver aqui e aqui). O membro da CCF precisa, em breve, de se submeter a outra cirurgia especial e tratamento médico. Por esta razão, há  necessidade urgente para uma grande captação de recursos num período próximo. Chamamos à solidariedade cada anarquista, por todo o mundo, para ajudar os companheiros a suportar os custos médicos. Os anarquistas que queiram enviar apoio financeiro, também podem contatar a Assembleia de solidariedade com a OR CCF, em Atenas, em sal.spf[at]gmail.com

Atenas, Grécia: Faixa em solidariedade com os amotinados que sofreram represálias na prisão de Quatre Camins

DSCN5203 DSCN5209No domingo, 12 de Maio, integrado na semana de ações descentralizadas contra a tortura e a impunidade, de 13 a 19 de Maio, à última hora da tarde, colocámos uma faixa na entrada da Escola Politécnica de Atenas, na Patission.

Na faixa pode ler-se: 6 de Maio, iniciou-se o julgamento contra os torturadores de Quatre Camins (Barcelona). Solidariedade com os/as presos/as em luta. Abaixo os muros das prisões.

Desde Atenas enviamos saudações e força para aqueles/as dignos presos/as que não se vergam.

Pelo fim da sociedade carcerária!
Fogo às prisões!

Grécia: Acerca de antifascismo

sheepA seguinte reflexão foi publicada por um anarquista-egoísta-niilista no Atenas Indymedia:

“Nem sequer pensava em dar-me ao trabalho de participar no debate, mas alguns dos comentários mais recentes de um “companheiro antifascista” causaram-me espécie.

Em primeiro lugar a fim de determinar, inegavelmente, as características de uma ação antifascista,  creio que deve determinar-se o conteúdo do conceito de fascismo.

O fascismo é, acima de tudo, um soco na cara do/a “revolucionário/a” que reconhece, nos fantasmas da sociedade e nas classes, nos rostos dos sujeitos revolucionários/as e que aspira a revoltas e revoluções. E a hipocrisia, de fato, é a situação pela qual mais uivam, em relação ao fascismo, a maioria dos anarquistas sociais.! Porque, na essência, a guerra não passa de uma perseguição contínua contra as sombras … não se dão conta, é claro, como são hipócritas, que as suas proclamações sobre o fascismo social, na realidade, são uma guerra contra o seu próprio conteúdo. Pois, qual é a causa geradora do fascismo senão a massa?

O fascismo não é uma praga anti-social, é um elemento intrínseco da sociedade. A massificação e a mentalidade da massa, a necessidade de “pertença” são carne e osso do fantasma que tem acorrentado milhões de vidas , e também é carne sua a ideia de superioridade. E como é que o/a “revolucionário/a”, na verdade, contribui nesta direção, o pobre que arde com a chama da insurreição social e as visões da justiça e da igualdade (cadeias que são insuportáveis mesmo para verdaderos/as “compas” ) e que ainda assim, enxerta consciência de classe e obreirismo às massas? É esta prática distinta da do Estado que vacina aos seus súbditos nacionalismo e pátria? Naturalmente, nenhum/a niilista consegue parar de rir às gargalhadas perante este absurdo horrível.

Os/as sociais consideram que o fascismo levou a sociedade para a cama enquanto esta se limita a  masturbar-se. E em lugar de atacar con fúria contra a sociedade, utilizam-na como a sua própria projeção, como uma identificação da sua “luta”.

E não são mesmo pelos sociais que anseiam as sociedades socialistas/ comunistas? Por mais que maldigam e façam a vista grossa, a verdade encontra-se perante os olhos deles/as. O fascismo e o comunismo (não os confundam, não estou a falar só dos do tipo autoritário) são iguais ao nível dos valores morais, salvo quando o primeiro propõe a força bruta e o segundo se rege pelo espírito servil do cristianismo. Enquanto o fascismo é a morte do espírito, o socialismo é a morte da força.

E a sociedade posiciona-se e essa é a razão pela qual é exatamente assim. Um fantasma, um corpo sem corpo, não é nada mais do que um bando de homens de palha. E esperam algum tipo de ajuda deste pântano social…embora exigam que a sociedade se levante contra o seu próprio ser! Contra a sua própria natureza, essa natureza profundamente fascista.

Consideram que uma mudança de mentalidade é possível? Mas então, o que é que procuram senão a manipulação do rebanho (nem sequer importa se se trata de uma orientação em termos sociais, morais ou de estratégia)? Procuram converter-se em pastores sociais.

E no que se refere aos “politofilakés” (guardas-cidadãos ou milícias), as coisas estão claras para mim. Não é possível organizar estes sistemas, já que a palavra em si mesma contém o terminus politis (cidadão ou civil, ou nacional), que chegou a ter consciência política e está diretamente ligado aos prestadores desta mesma consciência política, o Estado e a política. Pode realmente um cidadão ser antifascista? Por extensão, pode realmente um anarquista ser um cidadão?

Não podem ser ambas as coisas, responderão os/as sociais, os/as mesmos/as que convertem a anarquia no álcool social  em busca da superioridade numérica contra o fascismo, ou seja, os fascistas agressivos, já que cada cidadão é potencialmente um. Embora se esqueçam que a  plebe social carece de qualidade, pelo que os seus/suas guardiões/ãs cidadãos/ãs antifascistas não serão mais que uma manada invalidada e auto-destrutiva.

Citação: O fascismo é qualquer ato injusto, anti-democrático e violento, ideologia, emoção ou hábito em política, na sociedade, na família e relacionamentos.

Bem, então, muitos de nós são fascistas! Desde os grandes rebeldes F. Nietzsche e M. Stirner, o filósofo rebelde R. Novatore até aos niilistas de hoje, os/as companheiros/as sinceros/as que voltem os seus olhos para o aqui e agora, que abracem o fogo e dêem rédea solta aos seus ataques malditos contra o Estado, a sociedade, a pátria, a ordem, a moral, a ideologia e qualquer outra cadeia.

Quão fascista sou, então, a quantidade de um fascista é o Anticristo, que nasce do Fogo e da negação e se dirige para o altar pagão de Nihil? Assim, quão fascista é a Beleza e Força, ambos valores em si mesmos que os  feios e os fracos deixaram de lado e substituíram por fantasmas como a justiça, a igualdade e a solidariedade!

É acaso o antifascismo um problema para as massas? Quem pode concordar com estas, tendo também presente que o antifascismo é profundamente anti-Estado, anti-político e anti-social? Agora, tudo isto pode soar muito bobo para os/as sociais! A despolitização do autor: é ou não é um pré-requisito para o antifascismo, um antifascismo eficaz, não um estereótipo de um autista? Porque não é a política que educa os/as cidadãos/ãs? Supõe-se que sim. Para mim, todos os seres humanos imbuídos de consciência política deixam de ser indivíduos, seres com vontade individualista e egoísta, para se converterem em cidadãos no sentido da pessoa, do núcleo social. Será possível que um arlequim miserável, da casa, atue como um antifascista? Ao mesmo tempo que não é apenas um vetor, mas também uma fonte de fascismo …?

O mesmo se aplica tanto aos esquerdistas (como se fossem distintos/as se cidadãos/ãs também) como aos/às anarquistas sociais, como elitistas e devastadores, o que for que isso possa parecer. Porque quando o individualismo está ausente e, por conseguinte, o indivíduo é dominado pela necessidade de aceitação social,  da “pertença”, então esta também marca o nascimento de um outro ismo (no sentido do sistema, do pensamento ideologizado) e, por extensão, a essência do fascismo: o rebanho massificado.

Voltarei…”

Grécia, Atenas: 5 compas presos em Nea Filadelfeia

flying-offA partir de Fevereiro — depois de se impôr a prisão preventiva a 4 anarquistas que assumiram a responsabilidade pelo duplo assalto em Velventos, próximo da cidade de Kozani (norte da Grécia)— emitiram-se ordens de prisão contra dois prófugos suspeitos, Fivos Harisis-Poulos e Argyris Ntalios.

No día 30 de Abril de 2013, cinco pessoas foram detidas na zona de Nea Filadelfeia, Atenas. Entre ells, Fivos e Argyris, que estão encarcerados nas prisões de Koridallos.

Segundo informações de solidários/as, no dia 3 de Maio cerca das 9 da manhã, Fivos Harisis-Poulos e Argyris Ntalios teriam uma audiência preliminar como membros de organização criminosa, com o objetivo de cometer assalto, falsificação e resistência à prisão.

Mais tarde, solidários/as informariam que entre os detidos/as se encontravam Dimistris Hadjivasiliadis anarquista preso a meados de Fevereiro de 2011, num controlo aleatório da polícia, em Atenas. Permaneceu em prisão preventiva durante 10 meses por “posse de armas com intenção de se abastecer”, segundo a lei anti-terrorista grega, apesar de não existir algum tipo de prova sustancial. Após esses 10 meses, foi libertado sob fiança em Dezembro de 2011.

Durante a sua custódia na esquadra de polícia de Atenas, Dimitris desafiou os guarda-humanos e estes forçaram-no a estar de pé, durante 12 horas e com as mãos atadas atrás das costas as 24 horas do dia, mesmo na cela. Só conseguiu pôr-se em contato com um/a advogado/a a 2 de Maio. A 3 de Maio o compa também teria a audiência preliminar, com acusações frívolas contra si. Entretanto, Dimitris declarou-se em greve da fome e sede, em resposta às condições da sua detenção, exigindo a sua libertação imediata, que finalizou após três dias depois de ser libertado.

Os  outros dois compas presos nesse dia, Yannis Naxakis e Grigoris Sarafoudis, mantêm-se detidos, à espera de novos interrogatórios, em Larisa.

Mais tarde, solidários/as confirmaram que quatro anarquistas  se encontram presos na prisão de Koridallos após as detenções no bairro de Nea Filadelfeia em 30 de abril de 2013: Argyris Ntalios e Fivos Harisis (procurado após o duplo assalto de Velventos, próximo de Kozani), assim como Yannis Naxakis e Grigoris Sarafoudis. Os quatro estão acusados formalmente com acusações de “organização terrorista” baseadas em amostras de ADN de diferentes casos de assaltos a bancos.

As direções da prisão dos compas em preventiva são:

Fivos Harisis-Poulos – Argyris Ntalios Yannis Naxakis  Grigoris Sarafoudis
Dikastiki Filaki Koridallou, à Pteryga, 18110 Koridallos, Atenas, Grécia

Madrid: Declaração da assembleia que convocou manif antifascista do 1º de Maio

no pasaranA partir da assembleia que convocou a concentração antifascista de 1 de Maio em Chueca, queremos mostrar o nosso apoio e solidariedade com os companheiros detidos.

Decidimos deixar claro que rejeitamos qualquer forma de autorid7ade venha de onde vier e em relação a este caso dizer que NO PASARAN uma vez mas aos fascistas que voltaram a pisar as ruas de Madrid aproveitando-se de um discurso populista, manipulador e oportunista para se apropriar de uma data que não é deles.

Esta escória, amparada pela democracia e pela sua polícía, foi protegida, desde o princípio até ao fim, na sua manifestação, encurralando os antifascistas que se congregaram na Praça de Chueca.

Tornou-se visível que Madrid defende-se ao grito de NO PASARAN, que o fascismo não tem lugar nos nossos bairros e que a repressão não nos assusta. Na próxima vez atacar-los-emos com mais força..

Apesar da presença policial e da repressão que aplicaram, deixamos claro que em Madrid ser fascista tem um preço.

No final da manifestação produziram-se altercações com a polícia que protegia os fascistas e 5 companheiros foram detidos.
Perante isto, há somente a dizer:

MADRID FOI, É E SEMPRE SERÁ A TUMBA DO FASCISMO
CONTRA A REPRESSÃO, AUTO-ORGANIZAÇÃO

fonte

Barcelona: Conversa sobre a situação do movimento anarquista e a repressão no Chile

Percurso histórico desde os anos ’70, contexto na qual se desenvolvem as práticas anarquistas atuais, repressão e solidariedade, internacionalismo…

Neste sábado, 11 de maio às 18:00 no Espai Obert (c/Violant d’Hongria 71, Sants, Barcelona), terá lugar uma conversa-debate sobre a situação do movimento anarquista e a repressão no Chile. Cá os esperamos.

Que a solidariedade entre ácratas não seja só uma palavra escrita.

Portugal: Programa da Feira do Livro Anarquista de Lisboa

Programa da Feira

Madrid – 1º de Maio: Manifestação antifascista – Companheiros/as detidos/as

YouTube Preview ImageYouTube Preview Imagenazi-copsssCrónica da contra-manifestação do 1º Maio na Chueca

Pelas 18 horas do 1º do Maio várias organizações fascistas cada qual mais sebosa convocaram uma manifestação que partiu do Tribunal, numa zona central de Madrid, muito próximo de  Chueca.

Para o mesmo dia, mas para as 17 horas foi convocada uma concentração antifascista  na Praça da Chueca. A convocatória foi conhecida poucos dias antes e não se sabia muito bem como seria a resposta.
Bastante antes das cinco já havia na Chueca um amplo  contingente policial e a concentração fica enclausurada desde o princípio. A estratégia parece clara: esgotar os/as manifestantes e mantê-los ali até que termine a manif fascista. Mas os gritos, o bom humor, a resistência e a dignidade não sosobram e os/as companheiros/as que durante dos horas permaneceram rodeados/as de polícía mantem-se unidos/as e lutadores/as. Na vizinhança vários grupos dão voltas sem chegar a entrar na concentração mas não ainda completamente separada dela e da dos fascistas. Que nós saibamos houve dois encontros com os nazis despistados. O primeiro quando dois deles que chegavam tarde à sua manif pela rua Fuencarral (uma rua pedonal, muito comercial e cheia de gente e polícía) corriam os 200m fugindo de um  grupo de antifascistas com tão má sorte que mais abaixo se encontraram com outro grupo. Um dos nazis golpeou-se na cara com um capacete quando um/a compa lho oferecia amávelmente. O que lhes valeu foi haver uma patrulha da polícía mas não tem preço ver um nazi com uma pintura de A.C.A.B. no casaco pedindo protecção a um/a bófia. Outro foi com um nazi que aparece nas fotos (o que desaparece, porque se mimetiza com os/as de azul que até dá gosto). Para além de levar um bom susto salvou-o a furgoneta de anti-distúrbios. Como se pode ver nas fotos confraternizaram bem. Abriu-se a porta para reduzir a polícía o que já se começava a verificar.

Donde-esta-el-nazidondeQuando todos/as os/as que estavam na concentração de Chueca saíram após serem pesquisados/as, afiliados/as e muito fotografados/as, alguns/mas deles/as juntam-se a outros grupos que estavam fora do cordão e dirigem-se ao Tribunal onde há uma briga com a polícia e onde dois compas são presos/as. Uma vez que parecia que eles iriam ficar detidos/as as pessoas barricaram a rua e dum contentor das obras  retiraram-se as pedras que foram lançadas contra a polícia.

Seguiu-se uma carga policial onde foram lançadas balas de borracha e onde se perseguiram os/as manifestantes, detendo-se uma pessoa que não se sabe se haviaito tempo depois. estado ou não no grupo. Estes dois companheiros foram logo soltos mas somam-se a estas outras detenções na Praça Jacinto Benavente muito longe das concentrações e muito tempo depois.

Solidariedade com os/as detidxs.
Contra o sistema, democrático ou fascista. Pela anarquia.

Atualização: Os/as 4 detidos/as do 1º de Maio antifascista de Madrid foram mantidos/as duas noites nas celas e libertados/as na sexta – feira, 3 de Maio, depois de passarem à disposição judicial (pelo menos a um/a deles/as foram impostas condições restritivas aguardando julgamento).

fonte

Lausanne: Breve entrevista ao coletivo Loc(A)motive

Abaixo, uma entrevista com os participantes da ocupa Loc(A)motive, só possível por ocasião dos encontros em Lausanne. Desde 8 de abril, Loc(A)motive está em risco de despejo e os ocupantes estão a organizar a sua defesa. Assim, esta será uma boa ocasião para os apoiar, da maneira que entender.

Contra Info: O que é a Loc(A)motive?
Loc(A)motive: É um colectivo formado por pessoas que vivem na casa ocupada na rua Chasseron 1, em Lausanne, bem como pessoas envolvidas em actividades no espaço. No momento, 15 pessoas estão a viver na casa e mais ou menos 10 também estão a participar de diferentes maneiras. O edifício é um antigo colégio espanhol, propriedade do Estado espanhol.

C: Quando é que o projecto de ocupação começou?
L: No dia 21 de Setembro de 2012.

C: Podes-nos contar mais alguma coisa sobre os primeiros dias deste projecto?
L: Na noite em que entrámos no prédio éramos cerca de trinta pessoas, a primeira coisa que fizemos foi barricar completamente a casa para o caso da bófia nos querer expulsar. Na mesma noite, a bófia apareceu com 2-3 carros de patrulha, após a chamada de um vizinho. Na verdade os polícias só deram uma vista de olhos e foram-se embora passado pouco tempo.

C: O local permaneceu barricado durante muito tempo?
D: As barricadas permaneceram durante quase dois meses. Grupos de pessoas vigiaram constantemente a área para o caso da bófia aparecer e tentar identificar os ocupas. Fizemos isso porque normalmente quando o proprietário de uma Ocupa faz queixa à polícia, geralmente vêm e registando as suas identificações a fim de os enviar perante um juiz e dar início a um processo judicial. Algo que definitivamente queríamos evitar, a fim de ganhar mais algum tempo, também. Um mês depois, a polícia apareceu novamente, mas todos nos recusámos a dar-lhes os dados pessoais. Anunciaram-nos que éramos obrigados a comparecer a uma audiência mas nós não fizemos nada disso. Duas semanas depois, recebemos uma nova convocatória para uma audiência, que ignorámos também. A terceira notificação que recebemos explicava que. por ignorarmos o processo, o juiz viria à Ocupa com o resto dos membros do tribunal e os representantes do chamado proprietário legal. Após uma longa reunião que tivemos na casa, decidimos aceitar um julgamento dentro da Loc(A)motive. Ler mais »

Setúbal, Portugal: Crónica do 1º Maio

Cerca de 120 pessoas participaram na manifestação anti-autoritária e anti-capitalista, na cidade de Setúbal. Este foi o quarto ano consecutivo em que companheiros de várias tendências libertárias marcharam nas ruas de Setúbal, a fim de reivindicar o 1º de Maio e promover a luta contra o Estado/Capital.

Em 2011, os companheiros resistiram activamente à detenção de um manifestante, o que desencadeou uma ação repressiva. Bandidos fardados enlouqueceram e começaram a atirar nas pessoas, com balas de borracha, após o final da manif. Os polícias também usaram as suas armas de fogo e dispararam balas para o ar. As pessoas continuaram a resistir, mesmo após o tiroteio da polícia.

A manifestação de 2012 foi focada na demonstração de que os anarquistas não têm medo de avançar e reivindicar as suas opiniões em público, independentemente da repressão policial. Foi também a primeira vez que os nazis do PNR fizeram uma chamada para uma manifestação na cidade. É por isso que a auto-defesa era uma questão prioritária naquele ano. Os companheiros estavam prontos para a luta, bem equipados com capacetes, bastões-bandeiras e escudos improvisados, bem como muitos manifestantes chegavam de outras cidades portuguesas para participarem de demonstração, a fim de se solidarizar com o meio anarquista em Setúbal.

Este ano, as coisas eram um pouco diferentes. O espírito combativo estava definitivamente presente, mas a organização de grupos de auto-defesa estava sem dúvida em falta. Cerca de 25 companheiros levavam paus-bandeiras, de modo que não era suficiente força para defender a marcha de protesto, no caso dos polícias atacarem, ou para se ir ao ataque em primer lugar contra os porcos e os símbolos do poder.

Recorde-se que em 16 de Março 2013 Rúben Marques foi assassinado pela polícia na vizinhança da Bela Vista, em Setúbal, depois de uma perseguição de moto em violação à regulação do trânsito. Os polícias que dispararam no jovem de dezoito anos de idade com balas de borracha disem que ele não estava a usar capacete. Os confrontos eclodiram após este assassinato policial.

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Porto, Portugal: “Tirem as patas do Indymedia de Atenas e das rádio de contrainformação”

Clique na foto para ler o texto de solidariedade da CasaViva

Berlim: Dois eventos infosolidários de Contra Info

Quarta-feira, 8 de Maio às 19h em New Yorck 59 im Bethanien

Sábado, 11 de Maio às 20h no K19 Café
Esta sessão noturna será acompanhada de microfone abierto (DIY jam sessão)
e cozinha solidária.

Na Grécia, mais de vinte anarquistas encontram-se encerrados/as na prisão, e muitos/as mais compas estão debaixo de investigaçã ou acusados/as de delitos criminais sujeitos às acusações estatais no seu dia a dia. No contexto da volta europea da Contra Info, esperamos dar-vos uma visão geral (em inglês) dos diferentes casos de anarquistas encarcerados/as nas prisões gregas e discutir juntos/as sobre a maneira de expandir e fortalecer a solidariedade prática com os/as presos/as em luta. Também estarão disponíveis traduções em alemão se se quiser. Todo o dinheiro recolhido irá para os/as anarquistas presos/as na Grécia.

Entrada livre – Agradecem-se donativos.

Setúbal, Portugal: Comunicado/Chamada 1º Maio anticapitalista e anti-autoritário

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O que queremos deste 1º de Maio:

Pelo quarto ano consecutivo lançamos uma chamada a uma mobilização anti-capitalista e anti-autoritária no 1º de Maio.  As razões pelas quais convocámos em 2010 são ainda válidas hoje: a necessidade que temos de recuperar este dia como um dia de combate, de homenagem aos caídos nesta Luta Social, de revolta contra a ditadura financeira, a exploração humana, a destruição da Terra e dos territórios; e contra a existência do Estado , qualquer que seja o seu regime, instrumento que será sempre o garante dos privilégios das desigualdades e injustiças, e nunca um “protector dos mais fracos e garante dos direitos iguais” como sonham os utópicos do “Estado Social”.

De conseguir comunicar estas ideias e partilhá-las em forma de frases, faixas, acções e panfletos distribuídos durante as manifestações; passámos também a ter que nos organizar para assegurar uma eficaz auto-defesa da manifestação como uma resposta inevitável face aos acontecimentos de 2011. Esse esforço no ano de 2012, necessário perante a ameaça de violência policial apoiada pela provocação dos fascistas em “celebrar” o 1 de Maio em Setúbal, acabou por minimizar em muito o sucesso dessa comunicação e partilha de informação desejada, ainda que tenhamos contado com a participação e solidariedade de um grande número de gente, o maior até então.

Assim que, por todos estes motivos e pela necessária reflexão que isso nos provoca, apelamos em 2013 para que de uma forma individual ou colectiva, os participantes deste 1º de Maio tragam em maior número possível os seus próprios materiais, de folhetos, faixas, bandeiras, palavras de ordem… para assim aumentarmos em quantidade e qualidade os momentos em que, sem compromissos com o poder e a autoridade, tomamos as ruas e nos encontramos com estranhos e conhecidos, construindo, entre todos, este dia.

Queremos proporcionar também no final da manifestação um momento com microfone aberto, música, troca de informação, e o que mais cada um quiser.

E pronto… também gostávamos de voltar para casa e dizer: “filho. o capitalismo acabou”, mas sabemos que isso vai muito para lá de manifestações, implicando a dedicação e empenho de uma luta a que os tempos que correm duplamente nos impedem de assumir mas nos obrigam a travar.

Contudo somos cada vez mais e com menos a perder.

Terra Livre

Setúbal 28 de Abril de 2013

Porto (nada) Alegre: Biblioteca lápis em luta

biblio

Madrid, território espanhol: Evento info-solidário de Contra Info no La Gatonera

carteldefinitivoA3jorna1Após o encontro de 19 de Abril no local anarquista Magdalena integrado na volta info-solidária de Contra Info, visitaremos o CSO La Gatonera segunda-feira, 22 de Abril às 19:00.

Apoia e participa!

Setúbal, Portugal: 1º de maio, auto-organização, combate, liberdade

1maio2013setúbalNão comemoramos a escravatura do trabalho. Trabalhamos para combater a escravatura.

1o de Maio é luta e auto-organização // Pela liberdade, pela autonomia

Comemorar o trabalho é hoje mentires-te a ti próprio. Ele é hoje escravatura declarada e como se não bastasse vem acompanhado de violentas baixas de salários, perdas de direitos e degradação fulminante das condições em que o fazemos. Embora seja cada vez mais comum assistirmos a protestos nas ruas em resposta a esta situação e a tantas outras, é também mais perigoso fazê-lo pois o Estado e as entidades patronais estão à espreita para te lançarem a mão mal abras a boca.

Os tempos que vivemos são incertos mas ao mesmo tempo ajudam-nos a ver as verdadeiras facetas do poder. A degradação de todos os aspectos da vida levam muitos ao desespero e daqui para a frente sabemos que as condições dessa mesma vida vão piorar. O Estado social, grande conquista do séc.XX, torna-se o grande falhanço do séc XXI. Os banqueiros, quais sanguessugas, levam a cabo um saque generalizado à sociedade. Os políticos, sujeitos a um descrédito total nas ruas continuam a inventar reformas, a pedir mais impostos. Os partidos e
os sindicatos, comprometidos com a sua profunda vontade de tornar os protestos sociais em marchas fúnebres esperneiam perante a facilidade com que o seu poder é posto em causa nas ruas. A história deste tempo pode ser imensa mas arriscamos um resumo: A democracia e o capitalismo, sonhos perdidos de uma revolução de canos entupidos, é hoje uma anedota que insiste em não admitir a falência do seu modelo económico, social e politico. Perante isto, e na eminência de uma falência generalizada, emerge o fascismo mascarado de economia
patente nas medidas da tróika, no aumento do controlo social, no armamento da policia, na perseguição a quem protesta ou na obrigação de mais horas de trabalho por menos dinheiro. O sistema quer, a todo o custo, manter-se activo e lixar-nos a vida.

Portanto, ansiamos por outra forma de viver. A grande chantagem a que todos estamos sujeitos (trabalhar ou morrer de fome) dá-nos mais razões para procurar formas de construir um mundo sem explorados nem exploradores. Queremos construí-lo com todos os que estiverem dispostos a lutar por uma vida digna, sem partidos a controlarem-nos a revolta e a vontade de ser livres. Estamos fartos das suas lenga-lengas que soam sempre a mentiras para que se morda mais uma vez o rabo da pescada.

Queremos trabalhar, mas não para levar o planeta à sua destruição, queremos trabalhar para livrar os nossos filhos da miséria crescente que está à nossa frente todos os dias! Queremos trabalhar para nós mesmos, para os nossos amigos, família, bairro, cidade.. e mais que isso para destruir o conceito de trabalho que nos impingem.

Hoje, mais que nunca, os tempos são frutíferos para muitas coisas diferentes. Atacar esta ordem e este sistema leva-nos a experimentar como viver sem eles. No 1o de Maio apelamos a uma mobilização pelas ruas de Setúbal em protesto não só contra a violência dos patrões mas contra a violência do Estado, da economia e das forças da autoridade que os defendem. Queremos lembrar-lhes que existe resistência. Propomos também uma assembleia popular com microfone aberto onde publicamente possam surgir propostas de luta e de acção.

Portugal: Dois eventos da Contra Info em solidariedade com os anarquistas presos na Grécia

No contexto de difusão da solidariedade de facto com os/as anarquistas presos/as nas masmorras gregas, no sábado, 27 de abril de 2013, encontrar-nos-emos no Centro de Cultura Libertária, ateneu anarquista em Cacilhas–Almada, a partir das 16 horas. Haverá conversa e jantar vegano benefit.

Na segunda-feira, 29 de Abril, pelas 21 horas, estaremos na Casa Okupada Setúbal Autogestionada (C.O.S.A), onde haverá conversa e benefit.

Pela destruição de todas as prisões e do sistema que as mantém!

Atenas: Repressão contra Atenas Indymedia e 98fm

Ataque ao Atenas Indymedia e à rádio livre 98fm. Para hoje, sexta-feira, 12 de Abril, às 13.00 horas,  convocada concentração na praça central do Campus em Zografou.

Pedimos a máxima difusão desta convocatória.

Acesso por autocarro:
608 da praça Academias
242 da estação de metro Katechaki

fonte e mais informação: Indymedia.squat.gr

Madrid: Encontro e discussão de Contra Info em solidariedade com os/as anarquistas presos/as na Grécia

A próxima parada da volta infosolidária de Contra Info é a cidade de Madrid, no território controlado pelo Estado espanhol.

A 19 de abril às 19:00, o espaço anarquista Magdalena albergará uma noitada em apooo aos/às nossos/as compas presos/as na Grécia.

Junta-te ao evento e traz ideias para ações solidárias con todos/as os/as anarquistas presos/as ou prófugos/as em todo o mundo.

Mais informação: local anarquista magdalena

Estado espanhol: Solidariedade urgente! O compa Gabriel Pombo da Silva novamente transferido de prisão

pombo da silvaAgora sei por que estou onde estou, porque me encerraram e me esconderam, por que me mentem, para me executar, para  fazer de um grão uma montanha.

Agora sei por que tantos morrem dissociados, porque outros vivem  assustados, por que criaram este sistema que tanto se assemelha a um anúncio publicitário.

Agora sei que nada é como nos contam, que tudo é descoberto com os nossos próprios olhos, que a VERDADE- assim em maiúsculas – é uma farsa. Agora sei que nunca vergarei a cabeça, que jamais direi como um burro “sim senhor”, que só falarei com os meus pares. Entretanto faremos da vida uma revolta de amor.

Agora sei que os gigantes não são moinhos que os quixotes  são uns loucos maravilhoso e que as dulcineias já não querem ser sonhadas antes milicianas com ardor.

Agora sei por que as coisas são como são, e eu, tal como sou .
Gabriel Pombo da Silva,

Transferiram o compa Gabriel Pombo da Silva de prisão, desta vez para Valdemoro, Madrid. Gabriel Pombo da Silva já tinha  “visitado” as prisões de Soto, Villena e agora é a vez de Valdemoro, desde a sua transferência  das prisões alemãs para o estado espanhol, em Janeiro passado. Todos estes lugares estão longe do seu entorno familiar, na Galiza.

Campanha de solidariedade – envio de faxes

Novo endereço

Gabriel não está só!
Fogo em todas as prisões!

Lausana: Eventos de Contra Info em solidariedade com os/as presos/as anarquistas e as ocupas atacadas na Grécia

No contexto da volta infosolidária de Contra Info na Europa, alguns/as miembros da rede realizarão atividades em duas Ocupas de Lausana, Suíça.

A 5 de Abril de 2013, ver-nos-emos na Ocupa Loc(a)motive, para realizar uma oficina de arte reciclada para crianças de todas as idades (entre as 15:00 e as  17:00), teremos cozinha coletiva vegana (às 19:00) e compartilharemos contra-informação acerca dos golpes repressivos contra o movimento ocupa na Grécia (às 21:00).

A 6 de Abril de 2013, encontrar-nos-emos na Ocupa PornoDiesel, às 18:00, com o objetivo de apresentar vários casos de combatentes anarquistas nas prisões  gregas e falaremos  da necessidade de ampliar as iniciativas contra-infomativas para além das fronteiras e contra elas. Depois, haverá cozinha coletiva vegana, benefit.

Estejam atentos/as aos próximos eventos noutras cidades europeias…

Atenas: Novo julgamento contra a organização revolucionária anarquista Conspiração das Células de Fogo

after-ccf-bombingA 5 de abril de 2013, começa um novo julgamento marcial, dentro das prisões das mulheres de Koridallos, sobre o caso Conspiração das Células de Fogo (não esqueçamos que se está a levar a cabo a cabo a terceira sessão do julgamento contra a CCF sobre os pacotes incendiários, etc.).

Este novo procedimento ocupa-se das 250 bombas e ataques incendiários da organização (entre outros, os ataques às oficinas do Amanhecer Dourado,o Tribunal administrativo de Atenas e às prisões de Koridallos).

Um total de 18 compas serão julgados/as desta vez: 9 membros reconhecidxs da O.R. CCF, Theofilos Mavropoulos, Yannis Michailidis, Dimitris Politis, Konstantina Karakatsani, Panagiotis Masouras, Stella Antoniou, Alexandros Mitroussias, Kostas Sakkas e Giorgos Karagiannidis.

O nosso apoio a todos/as os/as compas é inegociável  e  requer a nossa presença na sala de audiências.

Assembleia de solidariedade com a O.R. CCF e os/as imputados/as no mesmo caso